O uso de tecnologias dentro das salas de aula pode gerar diversos questionamentos, mas temos que o incentivo para o uso da tecnologia dentro da educação é grande, mas de
fato isso não ocorre, um grande exemplo disso é a proibição do uso de celulares
pelos alunos de escolas públicas e privadas no ensino básico. Sem dúvidas é
complicado para a escola que agora é apenas mais um espaço de divulgação e
circulação do conhecimento. As
tecnologias móveis possibilitaram o acesso a qualquer informação a qualquer
momento, isso é visível devido aos computadores móveis, a portabilidade dos
celulares e as redes de internet sem fio que permite a comunicação instantânea
revelando assim a potencialidade das tecnologias. Nesse
contexto surge o conceito de dupla mediação onde a existência de
interdependência, onde nada acontece de forma isolada. Onde os professores e
alunos com mediação dos recursos midiáticos podem se atualizar juntos e
estabelecerem a função de aprendentes e/ou ensinantes.
As tecnologias móveis possibilitaram o acesso a qualquer informação a qualquer
momento, isso é visível devido aos computadores móveis, a portabilidade dos
celulares e as redes de internet sem fio que permite a comunicação instantânea
revelando assim a potencialidade das tecnologias. Comunicação Mediada por Dispositivo Indutor refere-se a processos
democráticos de relação com o outro, o reconhecimento do outro em sua completude,
e da forma como ele dá significado às mensagens que recepciona. Se
os aparelhos celulares foram proibidos nas escolas é porque eles já estão
presentes nelas e de alguma forma atrapalham ou incomodam os professores e com
isso surge o questionamento se a escola é um espaço híbrido. O espaço híbrido é
criado pela conexão da mobilidade e comunicação, e materializado por redes
sociais desenvolvidas simultaneamente em espaços físicos e digitais. Existem
grandes possibilidades para que a escola se torne um espaço hibrido, sendo
necessário discutir e atuar sobre a materialização dos instrumentos, organizar
o material pedagógico, alterar a concepção de conhecimento e metodologias e a
formação dos professores. Portanto, a educação e as tecnologias juntas podem ser mediadoras essenciais
para a relação entre professores e alunos e estabelecer entre eles formas
eficazes e mais atuais de passagem e recepção do conhecimento.quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
sábado, 7 de dezembro de 2013
Nação Digital
O documentário Nação Digital mostra a nova sociedade diante
de tanta tecnologia e como é necessária uma adaptação. É apresentado pelo
pensador da era digital Douglas Rushkoff e pela produtora Rachel Dretzin, que
criticam este convívio excessivo do ser humano com aparelhos eletrônicos e
tecnológicos, apresentando seus lados bons e ruins
A dupla mostra escolas que optaram por uma educação
multimídia, analisa o exemplo da Coréia do Sul, onde a revolução digital trouxe
algumas consequências boas e outras muito graves, e debate a iniciativa do
exército americano, que passou a utilizar aviões controlados remotamente dos
EUA nas guerras no Afeganistão e Iraque.
O que significa viver no mundo digital do século 21? Quais
são as implicações de viver em um mundo consumido pela tecnologia e qual é o
impacto da conectividade constante para futuras gerações? Estas e outras
questões são analisadas em 'Nação Digital', que entrevistou especialistas em
diferentes áreas, da informática à psicologia.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
TECNOLOGIA E MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA
Um dos principais motivos da utilização de tecnologias na educação é o de melhorar a situação de aprendizagem dos alunos e as relações entre professor-aluno, o que caso não existisse, seria necessário novas formas de abordagem na interação para a disseminação do aprendizado por ambas as partes.
O desenvolvimento tecnológico, em se tratando de influência de formulações teóricas sobre a razão e conhecimento em retorno, as experimentações e as contribuições teóricas de psicólogos, pedagogos, e intelectuais envolvidos com a educação, modificaram e tendem a continuar a modificar também a maneira de perceber o papel das tecnologias e a renovação das práticas culturais a elas associadas. Nesse sentido faz-se necessário uma compreensão crítica e contextualizada das relações entre tecnologia e sociedade, através de etapas como o Determinismo Tecnológico, a Abordagem Sociotécnica e o Caráter Instrumental que podem ser analisadas através de um material de fácil acesso da comunidade: a charge.
Determinismo Tecnológico
Essa é uma fase que a tecnologia determina os efeitos que ela induz na sociedade, ou seja, há uma consideração da realidade do material como um elemento que determina o nosso pensamento, as ideias e a nossa vida. O aparecimento de uma nova tecnologia provoca na sociedade mudanças profundas em todas as esferas, seja ela psíquica, física ou sócio-econômica. Uma charge que ilustra essa etapa é:
Neste mesmo sentido, onde o modo de produção da vida material é aquele que condiciona o conjunto da vida social, política e espiritual, temos uma ilustração em que um Sr. busca um sentindo para sua vida e a única resposta só poderá encontrar em um site de busca, o GOOGLE, que já possui um histórico de busca para todas as questões na sociedade atual, determinando o nosso pensamento e colocando um objeto como detentor de todo o conhecimento, inclusive para a resposta do sentido da vida de um homem subalterno da tecnologia.domingo, 17 de novembro de 2013
O Futuro das Redes Sociais somados a Impressoras 3D
O cientista Anthony Atala, da Universidade de Wake Forest (EUA), apresentou um novo método de sintetização de órgãos humanos que pode trazer uma verdadeira revolução para a forma como tratamos doenças hoje. A técnica faz o uso de algo que se parece com uma impressora para construir os órgãos de reposição a partir de amostras retiradas do paciente que vai recebê-los.
O material usado pela impressora são células vivas criadas em culturas especiais, agindo como um ligamento que mantém o tecido unido. Órgãos sólidos, como rins, fígados e até o coração, poderiam ser sintetizados camada a camada, da mesma forma que já é feito com vários componentes da indústria.
Há tempos que a ciência e a medicina têm somado forças para encontrar formas de substituir os órgãos reais para o transplante nos seres humanos. Estima-se que, no mundo todo, um paciente morre a cada 30 segundos por ser vítima de doenças que poderiam ser tratadas com a substituição de tecidos. A impressão tridimensional dos órgãos ainda é experimental, mas já é a grande aposta da sintetização de tecidos no futuro.
Por: Diêgo de Melo
sábado, 16 de novembro de 2013
Licenciaturas no Estado de Goiás: Desafios e Perspectivas
A Universidade Estadual de Goiás - UEG recebeu nesta quinta-feira, 7 de novembro, Instituições de Ensino Superior, profissionais da educação, intelectuais e estudantes para a II Mesa de Debates sobre Licenciaturas em Goiás, promovido pela Pró-Reitoria de Graduação - PrG.
A abertura do encontro foi realizada pela professora Maria Olinda que relatou os apontamentos advindos do V Encontro de Didática e Práticas Pedagógicas - V EDIPE, quando aconteceu a primeira mesa-redonda entre as Instituições de Ensino Superior para a discutir a formação de professores em Goiás. Dentre os pronunciamentos dos representantes das instituições de ensino superior, houve manifestações quanto a:
- Baixa atratividade da carreira docente devido às condições de trabalho que tem gerado a ociosidade de vagas nos cursos de licenciatura em IES públicas e privadas;
- Falta de autonomia profissional, péssimas condições de trabalho, baixa remuneração e desprestígio social a docência;
- Imposição de práticas curriculares focadas, tão somente, na obtenção de resultados quantitativos questionáveis, e que tem gerado, por um lado, uma intensificação do trabalho docente e discente e, por outro um empobrecimento científico, pedagógico, político e humano dos profissionais, dos estudantes e das instituições educativas;
- Necessidade de repensar as questões curriculares que envolvem as licenciaturas, no sentido de promover a articulação entre teoria e prática durante todo o curso, não ficando restrito a alguns momentos do curso, o que substituiria práticas dicotômicas por concomitantes, as chamadas ambiências universitárias e escolares.
Tomando parte destas pontuações feitas no V Encontro de Didática e Práticas Pedagógicas - V EDIPE, surgiram questionamentos do tipo: quem forma o professor da licenciatura? Qual o modelo de professor formador que o aluno da licenciatura tem? Quem é o professor da educação básica? Por que os professores reforçam a desvalorização da docência? O que fazer para qualificar o professor formador? O que as IES estão fazendo pedagogicamente para a permanência e sucesso dos estudantes de licenciatura em seus cursos? Como se dá o diálogo e articulação com as Redes de escolas municipais e estaduais? Como ampliarmos o diálogo com as instituições e sistemas educacionais e superar um modo de organizar a universidade que a deixa fechada sobre ela mesma?
Subscrever:
Comentários (Atom)


